[...]Ele a desarmou, a fez sentir. Ela nunca sentira antes, sempre fria, nunca havia sentido nada que fosse. Naquele momento, algo quente a penetrava em seu mais profundo, como a lâmina de um cavaleiro valente. Era amor. Mas doía e a pobre menina que era mais frágil do que os outros poderiam saber, ficara ali, apenas desfrutando de sua doce dor[...] — Giovanna Thayla, pequena-magoa